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| Viviane Araujo está no elenco da novela 'Três Graças' ao lado de Belo — Foto: Manoella Mello/Rede Globo e Reprodução/Rede Globo |
O veredito para essa movimentação da Globo é um retumbante FLOP de originalidade, mesmo que garante uns minutinhos de hype nas redes sociais. Escalar Viviane Araujo e Belo para viverem um ex-casal na ficção é o nível máximo de "biscoitagem" da indústria, tentando vender uma novela das nove usando uma fofoca que já tem quase vinte anos de idade.
O Babado do Cemitério
O cenário para esse "evento" não poderia ser mais dramático: um cemitério no Rio de Janeiro. Na trama de Aguinaldo Silva, Viviane Araujo interpreta Consuelo, uma manicure que ressurge na vida de Misael, o personagem do Belo . O texto é carregado de meta-comentários que forçam a barra para o público lembrar do relacionamento real deles, com frases sobre "carregar cruz" e "ex para sempre". A cereja do bolo foi a divulgação de que os dois chegaram juntos na mesma van para gravar, uma estratégia de assessoria tão óbvia que chega a ser cringe.
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| Belo e Viviane Araújo chegam juntos em van para gravar externa de 'Três Graças' — Foto: Reprodução/Instagram |
Impacto na Cultura
Para a audiência que gosta de um entretenimento de qualidade, isso é um desastre total. Em vez de focar na potência da atuação, a produção aposta no voyeurismo barato.
Para a emissora, o lucro é o barulho orgânico, mas para a carreira dos envolvidos, isso soa como uma dependência do passado para gerar relevância no presente. É o tipo de movimento que mostra uma certa decadência criativa, onde o "quem" importa muito mais do que o "o quê".
Análise Crítica: Arte ou Biscoitagem?
Vamos ser sinceros: o roteiro parece que foi escrito com base em legendas de fotos de indiretas no Instagram. Diálogos como "se ex fosse bom, Deus não mandava amar o próximo" são de uma cafonice sem limites.
Viviane Araujo até tenta entregar uma performance profissional, falando em preparação e leituras, mas é impossível levar a sério quando o marketing da novela foca apenas no "climão" dos bastidores.
É uma exploração da vida privada que subestima a inteligência do telespectador. Ver dois artistas que tiveram um rompimento público pesado em 2007 sendo usados como escada um do outro para subir a audiência é uma vergonha alheia sem precedentes na TV atual.
Conclusão
Se você espera uma atuação digna de prêmios ou uma história envolvente, passe longe. Esse reencontro é puro marketing de centavos para alimentar sites de Polêmica . Ver Três Graças apelar para esse tipo de recurso só prova que a indústria está mais preocupada em gerar cliques do que em entregar arte. É FLOP com força!
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Fonte: extra

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